Fale Conosco pelo WhatsApp

 Sabe-se que no Diabetes Tipo II (não-insulino-dependente) o fator hereditário tem uma importância maior que no Tipo I. Existe ainda uma grande relação entre a obesidade e o sedentarismo com o desenvolvimento do Diabetes Tipo II. A incidência desse tipo de Diabetes é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos de idade.
A existência da produção de insulina pelo pâncreas em todas as pessoas que recebem o diagnóstico desse tipo de Diabetes pode ser constatada. O principal motivo para que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos, é a incapacidade das células musculares e adiposas de usar toda insulina secretada pelo pâncreas. Assim, muito pouco da glicose presente no sangue consegue ser aproveitado pelas células. Essa ação reduzida de insulina chama-se resistência insulínica.

 O Diabetes Tipo II, inicialmente, pode responder ao tratamento com dieta e a prática de exercícios físicos regulares. Não ocorrendo melhora significativa, haverá a necessidade do uso de medicamentos orais e,em alguns casos, a combinação com a insulina. Os sintomas apresentados no Diabetes Tipo I aparecem de forma menos pronunciada no Tipo II; fato que facilita o desenvolvimento silencioso do distúrbio, podendo colocar em risco a saúde do indivíduo. Principais sintomas: infecções frequentes, alteração visual (visão embaçada), dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento nos pés.

Assine nossa Newsletter
Receba novidades, ofertas e cupons.