A substância mais importante no controle da glicemia é a insulina. Trata-se de um de um hormônio produzido por células especiais no pâncreas. Quando hidratos de carbono são ingeridos e absorvidos, a glicemia aumenta; neste momento, células produtoras de insulina liberam este hormônio para a corrente sanguínea. Esta liberação reduz a glicemia, dirigindo a glicose do sangue para o fígado, músculos e tecido adiposo, a fim se ser usada mais tarde na produção de energia. Quando há insuficiente insulina tal processo não ocorre, levando-se glicemia a níveis excessivamente altos. A insulina é um hormônio que promove a entrada de glicose nas células e que também atua no metabolismo de lipídeos e proteínas. Por ter sido o primeiro dos hormônios a ser purificado, cristalizado e sintetizado por técnicas de biologia molecular, a insulina é considerada como modelo de hormônio peptídico.

Existem vários tipos de insulina, com início de efeito, período de concentração máxima e duração do efeito que variam conforme o tipo de insulina. A seleção da mais apropriada ou combinação de diversos tipos dependem da resposta individual ao fármaco, das condições do diabete e dos hábitos do paciente.

A insulina pode ser extraída do pâncreas do boi ou do porco ou através de biotecnologia com obtenção de molécula idêntica a insulina humana.



 

Fonte:

Physicians Genrx The Complete Drug Reference, Mosby, 1996.

Informacion de Medicamentos USP DI, Ministério de Sanidad e Consumo de España, 1989.

ZANINI, A.C., OGA, S. Guia de Medicamentos, ed. Atheneu Editora, São Paulo, 1995.
 

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